Segundo levantamento divulgado pela Exame, praticamente metade dos brasileiros afirma querer comprar imóvel nos próximos 24 meses — mesmo diante de um cenário de juros elevados. O número revela algo importante: o imóvel continua sendo um projeto central na vida das pessoas, seja como saída do aluguel, melhoria de padrão, investimento ou construção de patrimônio familiar. O desejo existe. O problema, na maioria dos casos, está na ausência de preparação para torná-lo real.
Existe uma distância significativa entre querer comprar imóvel nos próximos 24 meses e estar de fato estruturado para essa compra. Neste artigo, mapeamos os principais pontos abordados no novo vídeo da Trino Capital — que explora exatamente por que quem tem esse horizonte de compra deveria estar se movimentando agora, e não quando a urgência aparecer. O conteúdo completo está no player — aqui, o mapa do que você vai encontrar.
O desejo de comprar imóvel nos próximos 24 meses é alto. A preparação, nem sempre.
A pesquisa mostra que a intenção de compra resiste mesmo com juros altos. Isso significa que o brasileiro ainda enxerga o imóvel como prioridade — não apenas como bem de consumo, mas como parte de uma construção de segurança e futuro. O problema é que essa intenção raramente vem acompanhada de uma estrutura clara para viabilizá-la.
Na prática, muita gente afirma querer comprar imóvel nos próximos 24 meses, mas ainda não sabe quanto precisa de crédito, qual parcela cabe no orçamento, quanto deve guardar por mês ou qual instrumento financeiro faz mais sentido para o seu momento. Isso não é culpa — é falta de organização estratégica em um tema que exige exatamente isso.
O ponto central é simples: intenção, sozinha, não compra imóvel. O que compra é planejamento, disciplina e decisão no momento certo.
Por que 24 meses é um prazo estratégico — e não apenas um dado
Quando alguém diz que quer comprar imóvel nos próximos 24 meses, está falando de tempo. E tempo, no contexto do consórcio imobiliário, é uma variável estratégica com peso real.
No consórcio, o participante entra em um grupo, contribui mensalmente, participa das assembleias e pode ser contemplado por sorteio ou por lance. Diferentemente do financiamento tradicional — em que você escolhe o imóvel e começa a pagar juros desde o primeiro dia —, o consórcio depende de planejamento antecipado para funcionar de forma inteligente.
“O pior momento para começar a pensar no consórcio é quando a necessidade já virou urgência.”
Quem entra com antecedência constrói histórico, participa de mais assembleias, avalia possibilidades de lance com mais calma e chega ao momento da contemplação mais preparado. Quem entra tarde decide sob pressão — e decisão sob pressão, em imóvel, costuma custar mais caro.
O erro de quem está esperando os juros caírem para comprar imóvel
Esperar o cenário ideal para tomar uma decisão patrimonial é uma estratégia que parece racional, mas esconde um custo silencioso: o tempo parado. Juros altos impactam o financiamento, sim — aumentam o custo total, elevam as parcelas e reduzem o poder de compra. Mas isso não significa que a única alternativa seja esperar.
Existe uma diferença fundamental entre esperar o melhor cenário e se preparar para ele. Quem espera sem estratégia fica parado. Quem se prepara chega mais forte quando a oportunidade aparece — e no mercado imobiliário, oportunidades não costumam esperar que o comprador se organize.
O consórcio, nesse contexto, pode ser uma forma de se posicionar com inteligência antes da compra: estruturando uma carta de crédito, entendendo o valor ideal, avaliando grupos e possibilidades de lance — sem promessa de contemplação garantida, mas com planejamento real.
Comprar imóvel nos próximos 24 meses não começa na visita. Começa na estratégia.
A maioria das pessoas acredita que a compra do imóvel começa quando abre um portal e pesquisa “apartamento de dois quartos” ou “casa em condomínio”. Na prática, essa é a etapa final de um processo que deveria ter começado bem antes.
Comprar imóvel nos próximos 24 meses começa quando você entende quanto pode pagar, qual crédito precisa, qual parcela cabe no orçamento, qual prazo faz sentido e qual instrumento financeiro — financiamento, consórcio, compra à vista ou combinação de estratégias — é mais adequado ao seu momento e objetivo.
Quando essa análise é feita tarde, a compra acontece sob pressão: do aluguel, da família, dos juros, da oportunidade que surgiu. E decisão sob pressão geralmente resulta em condições piores, escolhas apressadas e estruturas que não cabem no orçamento real. Para quem tem esse horizonte de 24 meses, há tempo suficiente para estruturar com inteligência — se o planejamento começar agora.
O consórcio como preparação, não como improviso
Existe uma visão limitada sobre o consórcio: a de que basta entrar em um grupo e aguardar o sorteio. Quando bem estruturado, no entanto, ele pode funcionar como uma ferramenta de planejamento patrimonial — especialmente para quem quer comprar imóvel nos próximos 24 meses e tem disciplina financeira para construir isso com antecedência.
Na Trino Capital, o consórcio não é tratado como produto de prateleira. A análise considera o momento do cliente, o objetivo patrimonial, a capacidade de contribuição, o perfil do grupo, as regras da administradora e as possibilidades de lance — incluindo modalidades como o lance fidelidade, em que o histórico de pagamentos em dia pode ampliar as possibilidades estratégicas ao longo do tempo.
O argumento central é direto: o tempo vai passar de qualquer forma. A diferença está em como você vai estar daqui a 6, 12 ou 18 meses — apenas esperando, ou com histórico construído, estratégia definida e mais possibilidades à mesa.
Quem planeja antes chega mais preparado
O levantamento da Exame não é apenas um dado de mercado — é um retrato de intenção sem estrutura. Quase metade do país quer comprar imóvel, mas uma fração muito menor está de fato se preparando para isso com a antecedência necessária.
A Trino Capital parte de uma premissa simples: comprar imóvel nos próximos 24 meses é uma decisão patrimonial relevante, e decisões relevantes merecem planejamento real. Não no mês em que o imóvel aparece. Não quando o contrato precisa ser assinado. Antes — quando ainda há tempo para estruturar com calma, avaliar com critério e agir com inteligência.
O que devo fazer agora se quero comprar imóvel nos próximos 24 meses?
O primeiro passo é mapear sua capacidade financeira real: quanto pode pagar por mês, qual valor de crédito precisa e qual é o objetivo do imóvel. Com esse diagnóstico, é possível avaliar qual instrumento faz mais sentido — financiamento, consórcio ou uma combinação de estratégias — e começar a se estruturar com antecedência, antes que a urgência tome o lugar do planejamento.
O consórcio imobiliário é uma boa opção para quem quer comprar imóvel nos próximos 24 meses?
Pode ser, dependendo do perfil e do objetivo. O consórcio não cobra juros como o financiamento tradicional e permite uma preparação gradual. Para quem tem horizonte de 24 meses e disciplina financeira, ele pode ser uma forma inteligente de construir histórico, avaliar estratégias de lance e se posicionar para a contemplação — sem improvisação.
Quanto tempo antes devo começar a planejar se quero comprar imóvel nos próximos 24 meses?
Agora. Cada mês sem estruturação é um mês a menos dentro de uma estratégia que poderia estar trabalhando a favor do seu objetivo. No consórcio, isso significa menos assembleias participadas, menos histórico de pagamento e menos possibilidades de lance avaliadas. O planejamento antecipado não é um detalhe — é parte central do processo.
Como comprar imóvel nos próximos 24 meses sem depender de financiamento?
Uma das alternativas é o consórcio imobiliário, que permite adquirir uma carta de crédito de forma parcelada, sem juros de financiamento, e utilizá-la na compra do imóvel quando for contemplado. O processo exige planejamento antecipado, análise do grupo e estratégia de lance. Não substitui o financiamento em todos os perfis, mas pode ser uma opção mais eficiente para quem tem tempo e disciplina.
Qual é o maior erro de quem quer comprar imóvel nos próximos 24 meses?
Começar tarde. A maioria das pessoas só estrutura a estratégia quando a urgência já chegou — seja pela pressão do aluguel, pela oportunidade que surgiu ou pelo avanço da necessidade. Quando isso acontece, a decisão é tomada sob pressão, com menos tempo para analisar, menos histórico construído e menos possibilidades à mesa. Quem começa a se preparar com antecedência chega ao momento da compra com muito mais controle.



